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ūüŹ¶ Rentabilidade: a nova era do Open Finance

N√£o s√£o somente as APIs que evoluem...

ūüŹ¶¬†Rentabilidade: a nova era do Open Finance

N√£o s√£o somente as APIs que evoluem; o mercado de Open Finance tamb√©m demonstra avan√ßos significativos ao longo de seu primeiro tri√™nio. As a√ß√Ķes das institui√ß√Ķes financeiras passam a revelar padr√Ķes e a palavra-chave da vez √©: rentabilidade.

Descubra nesta edi√ß√£o as v√°rias fases da ind√ļstria e aprenda a navegar pelo que √© possivelmente o est√°gio mais crucial: a gera√ß√£o de neg√≥cios.

As três eras do Open Finance: Massificação, Exploração e Rentabilização

Sim, s√£o quase 3 anos, talvez seja muito cedo para cravar uma era. Mas pelo exerc√≠cio, se permita a me acompanhar nesse racioc√≠nio, e talvez voc√™ tamb√©m compartilhar√° a ideia de que existem organiza√ß√Ķes vivendo em diferentes eras num mesmo mercado quando o assunto √© Open Finance.

‚ĚĚ

‚ÄúUma era √© um per√≠odo extenso de tempo marcado por eventos, desenvolvimentos ou caracter√≠sticas significativas que definem e distinguem esse per√≠odo na hist√≥ria ou na evolu√ß√£o de algo.‚ÄĚ

Ao longo de quase 36 meses de operação do Sistema Financeiro Aberto do Brasil, é possível identificar as características significativas que definem e diferenciam a evolução de práticas adotadas pelas empresas participantes. 

√Ä medida que as organiza√ß√Ķes embarcam nessa jornada, podem progredir por tr√™s est√°gios distintos de maturidade em rela√ß√£o ao Open Finance. Cada est√°gio reflete uma abordagem e um n√≠vel de capacidade diferente em rela√ß√£o ao uso dos dados financeiros abertos.¬†

O exerc√≠cio de identifica√ß√£o desses est√°gios pode fornecer insights para as empresas entenderem suas caracter√≠sticas atuais e definirem seu caminho para avan√ßarem na ind√ļstria.

1. Era da Massificação - Acumulação de Dados

As empresas com esse grau de maturidade est√£o conscientes da import√Ęncia dos dados financeiros abertos, mas ainda est√£o focadas na coleta e acumula√ß√£o dessas informa√ß√Ķes. √Č o est√°gio inicial. No entanto, elas enfrentam dificuldades para extrair o valor m√°ximo desses dados, pois n√£o conseguem integr√°-los de maneira eficaz em suas opera√ß√Ķes.¬†

As empresas nesse estágio costumam ter processos fragmentados, com pouca personalização em suas ofertas e uma abordagem mais padronizada para atender os clientes. 

A falta de integração de dados leva a uma percepção negativa por parte dos clientes, que desejam experiências mais customizadas. Para progredir para o próximo estágio, essas empresas precisam envolver os times em iniciativas piloto, ter feedbacks de clientes e criar estruturas que possam suportar este novo momento.

Exemplos de a√ß√Ķes que poderiam ser classificadas na Era da Massifica√ß√£o:

  • Campanhas para conquistar consentimento via TV;

  • Ofertas ‚Äúcompartilhou, ganhou‚ÄĚ com baixo valor e personaliza√ß√£o;

  • Pedido de consentimento sem um benef√≠cio atrelado;

  • Disparos para toda a base de clientes;

O resultado deste processo geralmente é um grande volume de dados coletados, pouco benefício entregue aos clientes e taxas de renovação de consentimento em torno de um dígito. Mas, ao mesmo tempo, uma massa de dados que, se usados corretamente, podem fazer com que a empresa passe para a próxima fase.

2. Era da Exploração - Testes e Feedbacks

Empresas neste grau de maturidade demonstram uma maior compreensão do Open Finance e suas oportunidades e começam a explorar maneiras de utilizar os dados disponíveis. 

Elas iniciam abordagens comerciais e experimentam com iniciativas pontuais, executando testes e pilotos para aprender como extrair valor dessas informa√ß√Ķes.¬†

Alguns exemplos de a√ß√Ķes feitas:

  • Solu√ß√Ķes de agrega√ß√£o de contas, PF e PJ;

  • Listas para atua√ß√£o comercial;

  • Alertas de consentimento para concorrentes;

  • Testes de performance em cr√©dito;

  • Pilotos de segmenta√ß√£o de clientes;

  • Valida√ß√£o de hip√≥teses criadas a partir dos dados.

Embora o Open Finance esteja sendo integrado √† empresa, ainda existe uma separa√ß√£o entre as opera√ß√Ķes tradicionais e as iniciativas baseadas em dados abertos.¬†

Nesse est√°gio, as empresas buscam provar o valor do Open Finance, coletar feedbacks dos clientes e direcionar suas a√ß√Ķes futuras com base nas li√ß√Ķes aprendidas.

Para progredir para o pr√≥ximo est√°gio, essas empresas precisam consolidar e integrar o Open Finance em suas opera√ß√Ķes principais e adotar uma abordagem mais estrat√©gica.

3. Era da Rentabilidade - Personalização e Geração de Valor

Neste estágio, as empresas superaram os desafios anteriores e demonstram um alto nível de domínio do Open Finance. Elas são capazes de personalizar suas ofertas, segmentar seus clientes de forma inteligente e integrar dados em vários estágios do ciclo de vida do cliente e da jornada financeira.

Essas empresas possuem a capacidade de extrair o m√°ximo valor dos dados brutos coletados anteriormente, refinando e analisando essas informa√ß√Ķes de maneira avan√ßada. Como resultado, geram verdadeiros "diamantes" em forma de insights estrat√©gicos e a√ß√Ķes rent√°veis

A grande diferen√ßa para a Era da Explora√ß√£o est√° na capacidade de integrar os dados de Open Finance com os demais processo de toda a organiza√ß√£o, promovendo melhorias em diversas iniciativas que agora passam a contar com a riqueza das informa√ß√Ķes recebidas via consentimento.

Chegar nessa fase n√£o precisa mais ser uma tarefa dif√≠cil. Existem ferramentas que podem facilitar a vida da sua empresa. A klavi j√° vem ajudando mais empresas a rentabilizar seus dados e agora apresenta uma novidade em seu produto ‚Äď o Vision.¬†

Já havíamos falado sobre ele neste artigo (Como jogar o jogo do Open Finance além do crédito), onde também falamos de estratégia de segmentação de clientes, mas agora eles trazem novidades muito interessantes para quem precisa de praticidade na hora de gerar valor com o Open Finance.

ūü§Ē¬†Da teoria para a pr√°tica: como fazer o Open Finance gerar neg√≥cios?

Das manchetes dos jornais sobre como as empresas gerarão negócios para o resultado no balanço da empresa existe um longo caminho, que muitas vezes passa despercebido. Qual é de fato o passo a passo para a geração de negócios?

Como mencionado anteriormente, muitas empresas passaram por esse processo de realizar campanhas massificadas, acumular dados, evoluir com pilotos e iniciativas pontuais e agora enfrentam um certo desafio para introduzir o Open Finance ao restante da organização de maneira integrada.

As dores mais comuns podem ser classificadas como:

  • Falta de capacidade t√©cnica e at√© mesmo pessoas para trabalhar os dados de Open Finance;

  • N√£o ter as informa√ß√Ķes completas do usu√°rio ‚Äď o contr√°rio da principalidade;

  • Campanhas com baixa taxa de convers√£o, n√£o adequa√ß√£o de p√ļblico.¬†

E se existisse uma forma de orquestrar todas essas informa√ß√Ķes, segment√°-las e gerar as a√ß√Ķes necess√°rias a partir dela? Um Sistema Nervoso Central do seu CRM, que turbinado pelo Open Finance pode trazer um grau de sofistica√ß√£o alto com um esfor√ßo baixo?

Essa solução existe e se chama Vision.

A proposta da klavi √© muito clara: um sistema capaz de identificar e transformar insights em neg√≥cios. Sua ess√™ncia est√° na segmenta√ß√£o dos clientes, via eventos e vari√°veis determinadas, e a partir da√≠ facilitar as a√ß√Ķes dos mais diversos times das institui√ß√Ķes.

  • Quantos clientes compraram produtos para pets no √ļltimo m√™s?

  • Quais clientes tem interesse em apostas on-line, possuem renda superior a R$ 5.000,00 e possuem carro?

  • Quais clientes est√£o pagando caro por algum produto da concorr√™ncia e que temos uma contra-oferta melhor?

Parecem perguntas simples, mas sabemos que podem levar semanas para realizar um estudo completo e uma resposta definitiva a depender do grau de organização e facilidade de consumo dentro da organização.

Essas são perguntas que você consegue responder com o Vision.

Cria√ß√£o de segmenta√ß√Ķes com o Vision

N√£o apenas respond√™-las, mas gerar cohorts que ser√£o acionados pelos times respons√°veis (seja via SMS, push, a√ß√Ķes comerciais, via parceiros etc) e que acompanhar√£o a efetividade das a√ß√Ķes.

Existe um ganho de eficiência, porque a partir dessa ferramenta qualquer um pode ter qualquer resposta, rápido, organizado e preciso. Ela é extremamente user friendly, ou seja - não é necessário demandar equipes altamente especializadas para gerar listas segmentadas de clientes.

N√£o existe mais desculpa para campanhas massificadas e sem contexto. Com o Vision √© poss√≠vel desenvolver a√ß√Ķes pontuais, para segmentos espec√≠ficos. Aumenta a convers√£o das a√ß√Ķes, diminui custos de mensageria, aumenta a satisfa√ß√£o e percep√ß√£o de valor com os clientes e leva o seu neg√≥cio para outro n√≠vel.

O desenvolvimento da plataforma prevê a evolução para integração completa com os sistemas de monitoramento de eventos e de CRM das empresas, será certamente a era do piloto automático. 

Uma solução para todas as áreas

A Era da Rentabiliza√ß√£o do Open Finance ocorre quando os dados abertos s√£o completamente integrados aos sistemas das institui√ß√Ķes. Na pr√°tica, isso significa ter uma baixa fric√ß√£o e uma infraestrutura interna que permita que os interessados consumam e acessem essas informa√ß√Ķes de maneira r√°pida, ao mesmo tempo em que possuem a confian√ßa necess√°ria para incorpor√°-las de forma definitiva em seus processos.

Casos de uso do Vision ao longo do ciclo de vida do cliente

Uma maneira eficaz de compreender uma organiza√ß√£o √© por meio da compreens√£o do ciclo de vida de seus clientes. √Č a partir dessa compreens√£o que a estrutura√ß√£o de a√ß√Ķes ocorre, com o objetivo de entregar produtos e servi√ßos que sejam do agrado do mercado e que gerem resultados positivos.

Com isso em mente, a klavi desenvolveu uma vis√£o muito interessante, abordando os 5 momentos-chave do ciclo de vida do cliente e como as informa√ß√Ķes provenientes do Open Finance podem impulsionar cada um deles, com alguns exemplos.

Vamos l√°:

1. Prospecção

Nesta etapa, o banco identifica potenciais clientes e busca estabelecer o contato inicial, visando apresentar seus produtos e serviços.

Momentos:

  • Clientes de empresas coligadas que n√£o possuem conta-corrente

2. Ativação

Após a prospecção, ocorre a etapa de ativação, em que o cliente realiza a primeira interação e passa a utilizar os serviços oferecidos pelo banco.

Momentos:

  • Oferta de produtos de cr√©dito;

  • Apresentar oferta de valor.

3. Rentabilização

Nesta fase, o banco busca maximizar o valor do relacionamento com o cliente, oferecendo produtos adicionais e serviços que atendam às suas necessidades financeiras.

Momentos:

  • Upsell e crossell de produtos;

  • Ofertas personalizadas;

  • Refor√ßo da oferta de valor.

4. Churn

O churn refere-se √† perda de clientes, seja por insatisfa√ß√£o, concorr√™ncia ou mudan√ßa de circunst√Ęncias. Nesta etapa, o banco deve identificar os motivos do churn e buscar solu√ß√Ķes para reduzi-lo.

Momentos:

  • Churn involunt√°rio (cobran√ßa);

  • Churn volunt√°rio.

5. Reativação

Caso um cliente tenha cancelado seus serviços, a etapa de reativação busca trazê-lo de volta, oferecendo vantagens e benefícios para reconquistar sua confiança e fidelidade.

Momentos:

  • Repescagem de clientes (cr√©dito);

  • Ofertas diferenciadas.

Para cada momento existem diversas aplica√ß√Ķes poss√≠veis, como este exemplo:

Exemplo prático de uma ação com o Vision, segmentação de clientes.

E para não dizer que o Natal não chegou na Let’s Open, conseguimos trazer junto a klavi uma condição especial aos leitores da nossa comunidade!

Quem entrar em contato pelo link e mencionar que veio pela Let’s Open terá os seguintes benefícios:

  • Isen√ß√£o de setup;

  • Consultas ilimitadas com valor mensal fixo nos primeiros 2 meses (independente do n√ļmero de usu√°rios)

√Č o melhor momento para conhecer melhor a ferramenta e rentabilizar a sua base!

O time da klavi ficar√° mais do que feliz em ajud√°-los, seja qual for o momento da sua empresa e da sua √°rea.

Grande abraço!

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